Por decisão da Justiça Federal, Henrique Alves passará a cumprir prisão domiciliar

Henrique Alves foi preso em junho de 2017 após deflagração das operações Sépsis e Manus. (Foto: Frankie Marcone/Futura Press/Estadão Conteúdo)
O ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB) passará a cumprir prisão domiciliar por determinação do desembargador, Ney Bello, que concedeu habeas corpus à Henrique no processo da operação Sépsis que é um desdobramento da Lava Jato e investiga suposto esquema de propinas envolvendo financiamentos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa.

Henrique Alves terá que entregar o passaporte à Justiça e não poderá manter contato com outros indiciados no processo, segundo determinação do desembargador.

O habeas corpus foi solicitado pela defesa de Henrique, que alegou o excesso de prazo da prisão temporária. O ex-ministro, que chegou a presidir a Câmara dos Deputados estava preso desde o dia 6 de junho de 2017 na Academia de Polícia do Rio Grande do Norte, em Natal.

Henrique que também é investigado na Operação Manus (que apura desvio de recursos na construção da Arena das Dunas), em Natal, conseguiu converter sua prisão preventiva em domiciliar na Justiça Federal do Rio Grande do Norte em fevereiro deste ano.

Henrique Alves pode ser solto a qualquer momento, a defesa aguarda apenas a entrega do mandado de soltura ao sistema prisional do Estado.

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