22 de fev. de 2021

Demissão do presidente da Petrobras, se deu além dos aumentos constantes de combustíveis pela recusa de colocar R$ 100 milhões na Record e SBT

Edir Macedo e Silvio Santos em encontro com Bolsonaro em 2019. (Foto: Divulgação)

A demissão do agora ex-presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo presidente Jair Bolsonaro não ocorreu apenas pelos sucessivos reajustes no preço dos combustíveis, segundo informações do colunista do jornal 'O Globo', Merval Pereira, a gota d'água se deu pelo ex-dirigente se negar a gastar R$ 100 milhões de reais da companhia em publicidade nas emissoras de televisão Record TV e SBT, ambas apoiadoras de Bolsonaro.

Com a recusa em alocar valores exorbitantes nas emissoras de Edir Macedo e Silvio Santos, acirrou os ânimos de Castello Branco com o Planalto, que aproveitou os aumentos dos combustíveis e interferiu no comando da estatal, o que não agradou o mercado financeiro, fazendo as ações da estatal caírem e a desvalorização no mercado bater na casa dos quase R$ 30 bilhões de reais.

A demissão de Castello Branco, antes do prazo de encerrar o seu mandato na presidência da Petrobras, preocupa conselheiros que não aceitam a demissão, além da preocupação de que a decisão afete contratos e acordos já firmados, no Brasil e no exterior.

Record TV e SBT, assim como o Palácio do Planalto, ainda não se pronunciaram sobre a nota do colunista. 

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