13 de jan. de 2021

União Química e Fundo Russo de Investimento vão entrar com pedido de uso emergencial da Sputnik V na Anvisa

A Sputnik V será fabricada no Brasil em empresa com capacidade de produção mensal de 8 milhões de doses. (Foto: Governo de Corrientes/Divulgação)

O uso emergencial da vacina russa Sputnik V deve ser solicitado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ainda nesta semana pela farmacêutica União Química e o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (13).

A Sputnik V que está em uso, além da Rússia, na Argentina, Bolívia, Argélia, Sérvia e Palestina, entrou com um pedido para testes da fase 3 no Brasil no último dia 29 de dezembro (o uso emergencial exige que a vacina realize os estudos da fase 3 no país), mas ainda não foi aprovado pela Anvisa.

De acordo com o comunicado, cerca de 10 milhões de doses da Sputnik V serão enviados ao Brasil até o mês de marços, com a chegada das primeiras doses ainda em janeiro. A fabricação da vacina contra a COVID-19 ocorrerá no Brasil pela Fábrica Bthek, localizada em Brasília. A empresa teria capacidade de produzir até 8 milhões de doses por mês.

Já estão sob análise da Anvisa os pedidos de uso emergencial das vacinas CoronaVac (produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa, Sinovac) e a da Fiocruz em parceria com Oxford/AstraZeneca.

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