17 de jan. de 2021

Ao votar pela aprovação do uso emergencial de vacinas, diretora da Anvisa destaca que não há tratamento precoce para COVID-19



Meiruze Freitas, diretora da Anvisa e relatora dos pedidos de uso emergencial da CoronaVac e Oxford/AstraZeneca, e que votou pela aprovação dos imunizantes, foi clara em suas palavras iniciais de que não há tratamento precoce aprovado para a COVID-19.

A fala da diretora joga luz à verdadeira campanha promovida pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, do uso de Cloroquina, Hidroxicloroquina e Ivermectina como medicamentos para tratamento precoce contra a COVID-19. Estudos no mundo todo já descartou o uso dessas medicações como tratamento da doença.

No Twitter, publicações de Bolsonaro, do Ministério da Saúde e de apoiadores do governo foram marcadas como informações falsas pela plataforma.

As únicas armas para evitar o contágio são o distanciamento social, o uso da máscara e do álcool em gel, além da higienização com água e sabão das mãos, mas todas sempre foram minimizadas e desprezadas pelo governo Bolsonaro, que desde o início da pandemia se colocou contra a ciência e as medidas aplicadas por ela.

A vacinação em massa é a única solução definitiva para controlar a doença que já matou mais de 209 mil brasileiros e já contaminou mais de 8 milhões de pessoas no pais.

Veja o vídeo abaixo:




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