Reflexão sobre o movimento Maio Amarelo chega às universidades de Natal

Estácio será a primeira universidade de Natal à receber o projeto. (Foto: Divulgação/Assessoria STTU)
A reflexão sobre o movimento Maio Amarela ganha nesta semana mais um importante espaço para o debate e a conscientização da sociedade: as universidades e faculdades de Natal. É mais uma etapa das ações de educação para mobilidade visando reduzir a violência no trânsito.

Na segunda-feira (21), às 19h, a Estácio (unidade da Av. Alexandrino de Alencar) recebe para uma mesa redonda a pedagoga Alcina Pereira, o filósofo Guto de Castro e mais um grupo de convidados bem especiais – entre alunos e professores. Na terça-feira (22), às 19h, às 19h, o encontro será com os professores, alunos e convidados da UnP (Unidade da Nascimento de Castro).

Para o filósofo Guto de Castro, com pós graduação em Ética e Filosofia Clínica pelo Instituto Packter, a ideia do tema do Maio Amarelo 2018 com foco na máxima de que “Nós somos o trânsito” foi muito bem construída. “Todavia, se nós somos o trânsito, o que de fato nos falta para viver essa humanidade na via pública na mobilidade?” O pensador realiza outra provocação questionando a sociedade com a aporia: “- Será que precisamos de leis que nos obriguem a ser humano com os outros, inclusive, no trânsito?”

A mesa contará também com a pedagoga Alcina Pereira, do Departamento de Educação de Trânsito da STTU. Alcina Pereira destaca que o “trânsito é um espaço de convivência entre pessoas de todas as idades e conhecimentos diferentes e garantir o direito de ir e vir do outro – com segurança – é dever de todo cidadão.

O Movimento Maio Amarelo foi criado com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.



*Por: Assessoria da STTU

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