Acabam as greves dos vigilantes e dos trabalhadores dos Correios

Paralisação dos vigilantes durou 16 dias e fechou agências bancárias em todo o Estado. (Foto: Igor Jácome/G1)
Acabaram nesta quarta-feira (14) as greves dos vigilantes (movimento no Rio Grande do Norte) e dos trabalhadores dos Correios (movimento nacional). Há 16 dias em greve, os vigilantes cruzaram os braços no dia 26 de fevereiro e cobravam reajuste salarial e outras questões relativas à melhoria do trabalho.

Após acordo entre os sindicatos dos patrões e dos vigilantes com intermediação do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-21) a categoria resolveu em assembleia realizada na noite de ontem (13), colocar um ponto final na paralisação que fechou agências bancárias e alguns serviços públicos que utilizam os serviços da vigilância privada.

Correios

Greve dos Correios durou apenas dois dias e teve baixa adesão no RN. (Foto: Elza Fiúza/Arquivo Agência Brasil)

Já os trabalhadores dos Correios, tiveram paralisação de apenas dois dias. A categoria decidiu cruzar os braços na segunda-feira (12) em protesto contra a retirada do plano de saúde dos funcionários e de seus familiares.

Com decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho), que votou ontem (13) o mérito da questão e por seis votos a um, decidiu que os trabalhadores e seus dependentes terão que pagar os planos de saúde para continuar com o benefício, a categoria decidiu encerrar o movimento e voltaram ao trabalho na manhã de hoje.

A partir de agora, os planos de saúde dos funcionários dos Correios e seus dependentes serão taxados de acordo a faixa etária e de remuneração. Antes da decisão do TST, os planos tinham um percentual de acordo com as consultas e exames e eram definidas a partir de uma tabela do plano.

O Sintect, sindicato que representa os trabalhadores dos Correios, disse que vai recorrer da decisão no STF (Supremo Tribunal Federal) e na OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Apesar da decisão de voltarem ao trabalho, o Sintect manteve o estado de greve, além de prometer novas mobilizações por todo o país. 

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