Agentes e escrivães da Polícia Civil deflagram paralisação das atividades no RN



Os agentes e escrivães da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, deflagraram nesta terça-feira (5) uma paralisação de suas atividades por tempo indeterminado. A paralisação ocorrerá em todo o Estado.

A categoria cobra do Governo do Estado uma nova proposta referente ao projeto de reestruturação de carreira, promoções atrasadas que não foram implantadas, previsão de pagamento dos salários atrasados e melhorias nas condições de trabalho.

Com a adesão à chamada Operação Zero, a categoria vai se concentrar na Central de Flagrantes na capital, enquanto no interior, os policiais ficarão nas delegacias regionais. Os agentes e escrivães foram orientados a paralisar totalmente suas as atividades, até os serviços como o registro de boletim de ocorrência nas delegacias será afetado.

De acordo com o Sinpol-RN (Sindicato dos Policiais Civis do RN), as atividades ficarão paralisadas até que o governo apresente outra proposta.

Sobre o funcionamento das delegacias durante o movimento de paralisação, o diretor da Polícia Civil da Grande Natal (Dpgran) Marcos Geriz, a orientação é de que as delegacias da região continuem trabalhando, e que delegados e escrivães compareçam às delegacias. O número de delegacias que estariam paralisadas com o movimento não foi anunciada até o momento do fechamento dessa reportagem.

Segundo Inácio Rodrigues, diretor da Delegacia de Polícia Civil do Interior (Dpcin), os flagrantes encaminhados pela Polícia Militar e registro de boletins de ocorrência ficarão a cargo das delegacias regionais no interior do Estado.

Delegados

Os delegados aguardam uma reunião com o governo para apresentar as demandas da categoria, como nos foi informado pela Adepol-RN (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte), e com isso não há deliberação para uma paralisação dos delegados neste momento devido ao diálogo existente em curso.

Uma reunião da categoria dos delegados será realizada logo após o encontro da negociação com o governo, para que a categoria possa decidir as medidas a serem tomadas.

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